sexta-feira, 10 de outubro de 2008
"Os nossos olhos são diferentes todos os dias"
Todos os dias, os nossos olhos reparam em novas coisas, e visionam mais aprofundadamente qualquer tipo de situação, com outros detalhes, que os nossos olhos vão adquirindo.
A cada dia, deparamo-nos com diferentes experiências que nos fazem olhar para elas por outro modo, a todo o momento existe algo que nos cativa, que nos desperta o olhar.
À medida que crescemos, a todo o dia que passa criamos novos objectivos e intenções que mudam o estar da nossa vida e consequentemente o que o nossos olhos vêem...
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Via Extinta
Qual o caminho com que me contagiei?
Trilho abismal em vez de puro?...
Qual encantamento me inseri?
Como é que um atalho extraordinário me conduz sem saída?
Nem fossa nem vala. O que me arruinou,
Foi a meta dura e profunda:
E agora que seguia disparatadamente-
Partida tão intensa que me abalou.
Trilho abismal em vez de puro?...
Qual encantamento me inseri?
Como é que um atalho extraordinário me conduz sem saída?
Nem fossa nem vala. O que me arruinou,
Foi a meta dura e profunda:
E agora que seguia disparatadamente-
Partida tão intensa que me abalou.
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Golpe
Antes da revolução, o nosso país vivia mergulhado na tristeza e no medo. Não havia democracia, não se realizavam eleições livres e ficavam sempre os mesmos a mandar. As pessoas não tinham liberdade para dizer o que pensavam sobre o governo. Havia a PIDE, uma polícia política que vigiava, prendia e torturava quem tivesse ideias contrárias às do governo.
Com a revolução, mudou muita coisa no nosso país: acabou a ditadura e começou a democracia. O povo português passou a ter liberdade através da Revolução dos Cravos. O povo saiu à rua para comemorar a festa da Democracia, com os soldados que nos libertaram da Ditadura. Toda a gente se abraçava. Os soldados colocaram cravos nos canos das suas espingardas, simbolizando uma mudança pacífica de regime. Muitos distribuíam cravos vermelhos. As pessoas gritavam «O povo, unido, jamais será vencido!».
Impetuosidade
A escola não vive retirada nem isolada pela violência.
Sujeitos desta violência consistem:professores, alunos, encarregados de educação...
Tempo, espaço, vida social de um aluno remete á violência.
Violência são comportamentos negativos (opressão, exclusão social, agressões, vandalismo, roubo...)
Escola "é uma seca, um autêntico cárcere" então provocam distúrbios.
Bullying estimula medo, "não-há-vontade" por quem o sofre.
"Não vale a pena" reforça o total desinteresse e tirania.
Stress, dia dificil e problemas levam professores á inconsciência.
Competição, sucesso e confusão alimentam a violência na escola.
Violência corrobora:"a juventude está perdida e não tem emenda".
domingo, 17 de fevereiro de 2008
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Florbela Espanca
Florbela Espanca era uma poetisa portuguesa, nascida em Vila Viçosa a 1894.
Casou três vezes, o que se reflectiu na maneira de expor os sentimentos, por parte da poetiza. Assim como a morte do seu irmão Apeles, que a abalou, pois tornou-a uma mulher triste e desiludida. Mas inspirou-a a escrever As Máscaras do Destino, dedicado ao seu irmão. Três anos depois suicida-se em Matosinhos, tomando dois frascos de Veronal. Mas foi apresentado como causa da morte um edema pulmonar.
Estudou no liceu de Évora e em 1917 concluio a secção de Letras do Curso dos Liceus. Nesse mesmo ano matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde contactou com outros poetas da época e com o grupo de mulheres escritoras que procuravam impor-se. Colaborou em jornais e revistas. Em 1919 publicou a sua primeira obra poética: “Livro de Mágoas”. Em 1923, “publicou o Livro de Sóror Saudade”.
As obras de Florbela caracterizam-se por acontecimentos que marcaram profundamente a sua vida (casamentos falhados, desilusões amorosas, a morte do irmão, etc). Na poesia ela recorria a temas do sofrimento, solidão, desencanto, mas também uma imensa ternura e um desejo de felicidade e grandeza.
Nos poemas de Florbela Espanca é notável a forma como ela expõe tão profundamente a intimidade feminina. Florbela junta os sentimentos optimistas com os pessimistas de uma forma quase impossível de ser vivida na realidade.
Casou três vezes, o que se reflectiu na maneira de expor os sentimentos, por parte da poetiza. Assim como a morte do seu irmão Apeles, que a abalou, pois tornou-a uma mulher triste e desiludida. Mas inspirou-a a escrever As Máscaras do Destino, dedicado ao seu irmão. Três anos depois suicida-se em Matosinhos, tomando dois frascos de Veronal. Mas foi apresentado como causa da morte um edema pulmonar.
Estudou no liceu de Évora e em 1917 concluio a secção de Letras do Curso dos Liceus. Nesse mesmo ano matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde contactou com outros poetas da época e com o grupo de mulheres escritoras que procuravam impor-se. Colaborou em jornais e revistas. Em 1919 publicou a sua primeira obra poética: “Livro de Mágoas”. Em 1923, “publicou o Livro de Sóror Saudade”.
As obras de Florbela caracterizam-se por acontecimentos que marcaram profundamente a sua vida (casamentos falhados, desilusões amorosas, a morte do irmão, etc). Na poesia ela recorria a temas do sofrimento, solidão, desencanto, mas também uma imensa ternura e um desejo de felicidade e grandeza.
Nos poemas de Florbela Espanca é notável a forma como ela expõe tão profundamente a intimidade feminina. Florbela junta os sentimentos optimistas com os pessimistas de uma forma quase impossível de ser vivida na realidade.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
A Poesia...
A poesia pode ser interpretada como a utilização para exprimir ideias, beleza, arte, sentimentos, emoções e filosofias.
O nosso coração está cheio de poesia, pois tem ideias e desejos que o poderiamos exprimir e apresentar, mas falta-nos a arte e talento para o fazer.
A poesia é uma actividade que interfere e trabalha muito as mais diversas palavras, é um modo artistico e criativo de mostrar escritamente o que nos passa pela cérebro e coração.
Na construção poética existem alguns elementos e conteudos para os podermos distinguir: poesia normal, prosa poética não versificada e a poesia visual que utiliza símbolos e desenhos juntamente com palavras. A poesia é o conhecimento, o poder...
A poesia é capaz de transformar o mundo, revoluciona a natureza e o nosso espirito.
"A poesia revela este mundo, cria outro..."
O nosso coração está cheio de poesia, pois tem ideias e desejos que o poderiamos exprimir e apresentar, mas falta-nos a arte e talento para o fazer.
A poesia é uma actividade que interfere e trabalha muito as mais diversas palavras, é um modo artistico e criativo de mostrar escritamente o que nos passa pela cérebro e coração.
Na construção poética existem alguns elementos e conteudos para os podermos distinguir: poesia normal, prosa poética não versificada e a poesia visual que utiliza símbolos e desenhos juntamente com palavras. A poesia é o conhecimento, o poder...
A poesia é capaz de transformar o mundo, revoluciona a natureza e o nosso espirito.
"A poesia revela este mundo, cria outro..."
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