domingo, 17 de fevereiro de 2008
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Florbela Espanca
Florbela Espanca era uma poetisa portuguesa, nascida em Vila Viçosa a 1894.
Casou três vezes, o que se reflectiu na maneira de expor os sentimentos, por parte da poetiza. Assim como a morte do seu irmão Apeles, que a abalou, pois tornou-a uma mulher triste e desiludida. Mas inspirou-a a escrever As Máscaras do Destino, dedicado ao seu irmão. Três anos depois suicida-se em Matosinhos, tomando dois frascos de Veronal. Mas foi apresentado como causa da morte um edema pulmonar.
Estudou no liceu de Évora e em 1917 concluio a secção de Letras do Curso dos Liceus. Nesse mesmo ano matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde contactou com outros poetas da época e com o grupo de mulheres escritoras que procuravam impor-se. Colaborou em jornais e revistas. Em 1919 publicou a sua primeira obra poética: “Livro de Mágoas”. Em 1923, “publicou o Livro de Sóror Saudade”.
As obras de Florbela caracterizam-se por acontecimentos que marcaram profundamente a sua vida (casamentos falhados, desilusões amorosas, a morte do irmão, etc). Na poesia ela recorria a temas do sofrimento, solidão, desencanto, mas também uma imensa ternura e um desejo de felicidade e grandeza.
Nos poemas de Florbela Espanca é notável a forma como ela expõe tão profundamente a intimidade feminina. Florbela junta os sentimentos optimistas com os pessimistas de uma forma quase impossível de ser vivida na realidade.
Casou três vezes, o que se reflectiu na maneira de expor os sentimentos, por parte da poetiza. Assim como a morte do seu irmão Apeles, que a abalou, pois tornou-a uma mulher triste e desiludida. Mas inspirou-a a escrever As Máscaras do Destino, dedicado ao seu irmão. Três anos depois suicida-se em Matosinhos, tomando dois frascos de Veronal. Mas foi apresentado como causa da morte um edema pulmonar.
Estudou no liceu de Évora e em 1917 concluio a secção de Letras do Curso dos Liceus. Nesse mesmo ano matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde contactou com outros poetas da época e com o grupo de mulheres escritoras que procuravam impor-se. Colaborou em jornais e revistas. Em 1919 publicou a sua primeira obra poética: “Livro de Mágoas”. Em 1923, “publicou o Livro de Sóror Saudade”.
As obras de Florbela caracterizam-se por acontecimentos que marcaram profundamente a sua vida (casamentos falhados, desilusões amorosas, a morte do irmão, etc). Na poesia ela recorria a temas do sofrimento, solidão, desencanto, mas também uma imensa ternura e um desejo de felicidade e grandeza.
Nos poemas de Florbela Espanca é notável a forma como ela expõe tão profundamente a intimidade feminina. Florbela junta os sentimentos optimistas com os pessimistas de uma forma quase impossível de ser vivida na realidade.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
A Poesia...
A poesia pode ser interpretada como a utilização para exprimir ideias, beleza, arte, sentimentos, emoções e filosofias.
O nosso coração está cheio de poesia, pois tem ideias e desejos que o poderiamos exprimir e apresentar, mas falta-nos a arte e talento para o fazer.
A poesia é uma actividade que interfere e trabalha muito as mais diversas palavras, é um modo artistico e criativo de mostrar escritamente o que nos passa pela cérebro e coração.
Na construção poética existem alguns elementos e conteudos para os podermos distinguir: poesia normal, prosa poética não versificada e a poesia visual que utiliza símbolos e desenhos juntamente com palavras. A poesia é o conhecimento, o poder...
A poesia é capaz de transformar o mundo, revoluciona a natureza e o nosso espirito.
"A poesia revela este mundo, cria outro..."
O nosso coração está cheio de poesia, pois tem ideias e desejos que o poderiamos exprimir e apresentar, mas falta-nos a arte e talento para o fazer.
A poesia é uma actividade que interfere e trabalha muito as mais diversas palavras, é um modo artistico e criativo de mostrar escritamente o que nos passa pela cérebro e coração.
Na construção poética existem alguns elementos e conteudos para os podermos distinguir: poesia normal, prosa poética não versificada e a poesia visual que utiliza símbolos e desenhos juntamente com palavras. A poesia é o conhecimento, o poder...
A poesia é capaz de transformar o mundo, revoluciona a natureza e o nosso espirito.
"A poesia revela este mundo, cria outro..."
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Carta ao Presidente
Exmo. Sr. Presidente, venho por este meio falar-lhe sobre a utilização dos reduzidos meios informáticos na educação em Portugal.
As aulas são cada vez mais cansativas e saturantes, e eu estando no 10º ano prejudica o meu estudo e a minha continuidade no ensino secundário.
Deveria de haver mais métodos informáticos e "escolas virtuais", como todo o seu material também em todo o parque escolar.
Um dia tive uma aula de Matemática em que os alunos resolviam exercícios num "smartboard", foi uma aula bastante emotiva e interessante, e todos os alunos estiveram com atenção e entusiasmados no decorrer da aula, por isso o governo devia de fornecer ás escolas meios e sistemas informáticos, bem como ensinar e dar uma formação ao pessoal docente para tornar uma escola moderna, exemplar e muito produtiva.
As aulas são cada vez mais cansativas e saturantes, e eu estando no 10º ano prejudica o meu estudo e a minha continuidade no ensino secundário.
Deveria de haver mais métodos informáticos e "escolas virtuais", como todo o seu material também em todo o parque escolar.
Um dia tive uma aula de Matemática em que os alunos resolviam exercícios num "smartboard", foi uma aula bastante emotiva e interessante, e todos os alunos estiveram com atenção e entusiasmados no decorrer da aula, por isso o governo devia de fornecer ás escolas meios e sistemas informáticos, bem como ensinar e dar uma formação ao pessoal docente para tornar uma escola moderna, exemplar e muito produtiva.
Agradeço a sua atenção, Fábio Gil (aluno do 10ºano da escola de Vieira de Leiria)
O Verbo Ler
Direitos do leitor:
O direito de não ler.
O direito de saltar páginas.
O direito de não terminar um livro.
O direito de reler.
O direito de ler qualquer coisa.
O direito ao bovarismo (doença textualmente transmissível).
O direito de ler em qualquer lugar.
O direito de ler uma frase aqui e outra ali.
O direito de ler em voz alta.
O direito de se calar.
O Verbo Ler
«O verbo ler não suporta o imperativo. É uma aversão que compartilha com outros: o verbo amar... o verbo sonhar...»
Daniel Pennac. Como Um Romance (1992)
O verbo ler não suporta o imperativo.
A leitura deve ser desejada e não obrigada, todos devem ler por prazer e não por obrigação.
Uma pessoa deve ler sem preconceitos, deve ler o que quiser, onde quiser e como quiser.
E isto adiciona-se também ao Amar e ao Sonhar… as pessoas não podem ser obrigadas, pois acontece naturalmente assim como a leitura.
O direito de não ler.
O direito de saltar páginas.
O direito de não terminar um livro.
O direito de reler.
O direito de ler qualquer coisa.
O direito ao bovarismo (doença textualmente transmissível).
O direito de ler em qualquer lugar.
O direito de ler uma frase aqui e outra ali.
O direito de ler em voz alta.
O direito de se calar.
O Verbo Ler
«O verbo ler não suporta o imperativo. É uma aversão que compartilha com outros: o verbo amar... o verbo sonhar...»
Daniel Pennac. Como Um Romance (1992)
O verbo ler não suporta o imperativo.
A leitura deve ser desejada e não obrigada, todos devem ler por prazer e não por obrigação.
Uma pessoa deve ler sem preconceitos, deve ler o que quiser, onde quiser e como quiser.
E isto adiciona-se também ao Amar e ao Sonhar… as pessoas não podem ser obrigadas, pois acontece naturalmente assim como a leitura.
terça-feira, 23 de outubro de 2007
"Uma Cana de pesca Para o meu Avô" - Gao Xingjian
O Conto...
"Uma Cana de Pesca Para o Meu Avô", trata-se de um conto em que Gao Xingjian relata uma história entre um avô e um neto, em que estes sentem muitas saudades, fruto da sua separação há muitos e muitos anos.
Xingjian inspira-se na sua: infância, memória, idealização da natureza, conflito entre modernidade e tradição.
Com um estilo em que sobressaem a sensualidade e a sobriedade retórica, em Uma Cana de pesca para o meu Avô, Gao Xingjian brinda-nos com uma pequena história repleta de ternura, bem como situações do quotidiano que convidam a reflexões gerais sobre a situação da sua China natal e, em última instância, sobre a sua condição humana.
O Autor...
Gao Xingjian foi o primeiro escritor chinês a receber o Prémio Nobel. Nascido em 1940, teve de enfrentar as terríveis consequências da invasão japonesa, durante a sua infância e adolescência. Intelectual e escritor precoce, Xingjian estudou a língua e literatura francesas, não tardando muito a fazer parte da lista de "indesejáveis" do regime durante a Revolução Cultural, ao ponto de ser internado num campo de "reeducação", entre 1966 e 1976. Em 1986, foi proibido de publicar na China e, no ano seguinte, decidiu pedir asilo politico á França. Actualmente, reside neste país e tem nacionalidade francesa.
A obra mais conhecida de Xingjian é A Montanha da Alma, escrita entre 1982 e 1989.
Recebeu o prémio nobel no ano de 2000.
Gao Xingjian
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